sábado, 15 de outubro de 2011

DIA DO PROFESSOR , PARABÉNS ...

Homenagem  da Consultoria GNA e do Portal Escola Protegida a todos os professores do Brasil  neste 15 de Outubro de 2011. Parabéns e Sucesso...

Elogio do aprendizado

Aprenda o mais simples!
Para aqueles cuja hora chegou
Nunca é tarde demais!
Aprenda o ABC; não basta, mas
Aprenda! Não desanime!
Comece! É preciso saber tudo!
Você tem que assumir o comando!

Aprenda, homem no asilo!
Aprenda, homem na prisão!
Aprenda, mulher na cozinha!
Aprenda, ancião!
Você tem que assumir o comando!
Freqüente a escola, você que não tem casa!
Adquira conhecimento, você que sente frio!
Você que tem fome, agarre o livro: é uma arma.
Você tem que assumir o comando.

Não se
envergonhe de perguntar, camarada!
Não se deixei convencer
Veja com seus olhos!
O que não sabe por conta própria
Não sabe.
Verifique a conta
É você que vai pagar.
Ponha o dedo sobre cada item
Pergunte: O que é isso?
Você tem que assumir o comando.

Bertolt Brechet, Elogio do Aprendizado, in Poemas 1913 – 1956, São Paulo, Brasiliense, 1986, p. 121.

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Segurança: Prevenção de Assaltos em Shoppings Centers

FUNDOS IMOBILIÁRIOS

Fundos imobiliários ganham força no País

Investidores adquirem cotas de empreendimentos e se rentabilizam a partir da receita gerada
Erik Farina
Ser um dos donos de shopping centers, hospitais, escolas, empreendimentos comerciais e condomínios residenciais é uma realidade para um número crescente de brasileiros. O mercado de Fundos de Investimentos Imobiliário (FII), que consistem em mecanismos de participação nas receitas de empreendimentos residenciais ou comerciais, tem avançado aceleradamente no Brasil, atraindo mais investidores e gerando novos produtos.
Até o início de setembro deste ano, a quantidade de fundos imobiliários com negociação na BM&FBovespa chegou a 61 - superior aos 48 negociados ao final de 2010 e muito acima dos 25 registrados em 2008. Os negócios envolvendo tais fundos cresceram na mesma proporção: de janeiro a julho deste ano, foram executadas 37 mil operações no mercado secundário, movimentando R$ 462 milhões. Em todo o ano passado, a BM&FBovespa registrou 25 mil operações, movimentando R$ 379 milhões.
O objetivo do investidor inicial em FII é receber cotas de aluguéis ou ver sua participação valorizar o suficiente para vendê-la no mercado de ações. Para quem opera no balcão de negócios, as leis do ganho são as mesmas que envolvem ações de empresas: buscar rentabilidade na variação de cotas.
“O mercado de fundos imobiliários cresceu muito no Brasil nos últimos anos como forma de diversificação de investimentos”, afirma Luiz Calado, vice-presidente do Instituto Brasileiro dos Executivos de Finanças (Ibef) e autor de livros na área de finanças pessoais. E a oferta se desenvolveu no mesmo ritmo, diz Calado. “Antes, encontrávamos fundos que investiam em apenas um imóvel, e agora surgem fundos que participam de diferentes tipos de empreendimentos, oferecendo uma gama maior de opções no mercado”, explica.
A trajetória da Brazilian Mortgages Finance & Real Estate (BFRE), uma das primeiras gestoras de FIIs no Brasil, ilustra essa evolução. Seu primeiro produto do gênero foi o Shopping Higienópolis, em São Paulo, em 1999, e desde então vem constituindo fundos com diferentes tipos de imóveis, tão variados como fazendas, instituições de ensino e escritórios. Hoje já são 34 produtos em seu portfólio e uma carteira de ativos de R$ 6 bilhões.
“A indústria brasileira da construção civil está mais madura no País e os FII estão mais conhecidos, por isso começamos desde o ano passado a fazer produtos mais sofisticados”, afirma Vitor Bidetti, diretor da Brazilian Mortgages. Neste ano, a holding criou um fundo com proposta de negociar participação em outros fundos imobiliários, buscando melhores oportunidades. Em breve, a empresa também poderá investir em imóveis na planta - mais arriscados, mas que oferecem possibilidades melhores de ganhos - e aportar em plantas industriais.
A participação financeira em ativos industriais, por sinal, surge como uma tendência no mercado brasileiro. Recentemente, os gaúchos se familiarizaram com o tema após o anúncio da instalação de fábrica de autopeças canadense Magna em Santo Antônio da Patrulha. Parte do investimento de R$ 50 milhões na compra do terreno e nas instalações está sendo feito pela administradora de fundos paulista TRX Realty. A gestora alugará a estrutura por dez anos à Magna, ao custo de 1% do investimento ao mês, distribuindo os lucros aos investidores originais do fundo. “A terceirização de ativos imobiliários já é comum nos Estados Unidos e na Europa e agora começa a chegar com força no Brasil”, diz o sócio da TRX José Alves Neto.

O que alimenta a ampliação dos Fundos de Investimento Imobiliário (FII) no Brasil é a acelerada valorização dos preços de imóveis. De janeiro a agosto deste ano, o preço de imóveis residenciais prontos cresceu 19%, de acordo com a Fundação Instituto de Pesquisa Econômica. Isto estimula positivamente os preços dos aluguéis, ampliando a rentabilidade dos FIIs.
Além disso, esses produtos estão isentos de Imposto de Renda na distribuição mensal de lucros. O IR incide apenas sobre os rendimentos na venda das cotas, em 20%. A segurança de imobilizar capital em construções complementa a atratividade, especialmente em momento de queda nas taxas de juros brasileiras e de dificuldades na bolsa de valores (enquanto a BM&FBovespa apresentava queda de 25% entre janeiro e agosto, o BC Fund I, da Brazilian Mortgages, valorizou-se 23%).
Por outro lado, o alto preço das cotas ainda é um impeditivo para o investidor menos abonado. Os lotes mínimos em produtos da BFRE, por exemplo, custam R$ 10 mil, um preço padrão no mercado. Além disso, são poucas as alternativas de mercado primário, no qual o investidor ingressa no negócio no melhor momento. Em corretoras de investimento esses produtos são raros, restringindo sua oferta a bancos e casas especializadas.
A Caixa Econômica Federal, uma precursora dos FIIs no Brasil, pretende popularizar esses investimentos no País. Um produto nesta linha é o FII Caixa TRX Logística Renda, lançado em abril com expectativa de render 9% acima da inflação. De acordo com o gerente nacional de fundos para o setor imobiliário da Caixa, Vitor Hugo dos Santos, esse fundo será oferecido na rede de agências pelo Brasil.
Medidas como essa poderão estimular o crescimento cíclico dos FIIs e da construção civil no País, explica. “O crescimento do mercado imobiliário depende de recursos e os fundos imobiliários geram esses recursos”, acredita. O vice-presidente do Ibef, Luiz Calado, orienta os investidores a serem prudentes na contratação de FIIs, especialmente no momento de euforia de preços de imóveis, que não se sabe até quando vai e em qual proporção. Ele lembra que quem entrar agora nos fundos pegará preços em alta e talvez não encontre liquidez para vender os papéis no mercado secundário a boas cotações.

GR em Shopping Centers

Encontro Regional em Belo Horizonte

Com o tema segurança, a Abrasce realizou no dia 21 de julho mais um Encontro Regional. Dessa vez, a cidade anfitriã foi Belo Horizonte, MG. A primeira parte do evento foi marcada pelas palestras programadas. Nilton Almeida, gerente corporativo de segurança da Ancar Ivanhoe, falou sobre `Gestão de Crise`, destacando a importância de se estar sempre preparado para uma emergência. Em seguida, Raymundo Baptista, gerente de segurança do Grupo Embrapar, falou sobre `Análise de Risco`, mesclando histórias, conceitos, teorias e particularidades do gerenciamento de risco em shopping centers.
`Novas tecnologias` foi o tema da palestra de Marcos Menezes, gerente comercial da Bosch Sistemas de Segurança no Brasil. Em um tom bem humorado, Menezes mostrou, entre outras coisas, a evolução dos equipamentos que auxiliam os gestores na área de segurança. Encerrando o ciclo de palestras, Uri Aronson, coordenador corporativo de segurança da BRMalls, desmistificou alguns conceitos e falou sobre a importância do treinamento.
Na segunda etapa, foram formados os já tradicionais grupos de discussões temáticas, coordenados pelos palestrantes, momento em que os participantes puderam expor suas dúvidas, dar suas opiniões e trocar experiências.

Risco de Explosão em SP

Center Norte corre risco de explodir

Categoria: Geral

Por Diego Zancheta, Fabiano Nunes e Márcio Pinho

Com registros de vazamento de gás metano no piso onde ficam as 311 lojas, o Shopping Center Norte corre o risco de explodir, informou ontem a Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb). O empreendimento de 110 mil metros quadrados na zona norte de São Paulo, construído no início dos anos 1980 sobre um antigo lixão, entrou ontem para a lista de “áreas contaminadas críticas” do Estado.
“O shopping não tomou as medidas exigidas desde 2004 para que o gás do subsolo fosse drenado. Se não for implementada uma ventilação de emergência, que afaste essa concentração de gases, existe o risco de explosão. Basta uma faísca”, disse o diretor de controle e licenciamento ambiental da Cetesb, Geraldo do Amaral Filho. Lugares sem ventilação, como depósitos de lojas, seriam pontos de maior perigo. Inalar o gás não oferece riscos à saúde, segundo a Cetesb.
Pelo complexo onde está o Center Norte, que inclui ainda Lar Center, Expo Center Norte e Novotel, passam cerca de 800 mil pessoas durante os fins de semana. Mas há riscos detectados, por enquanto, apenas no shopping – as outras áreas seguem sob investigação. Entre os 80 centros de compras da cidade, o Center Norte só perde em movimento para o Shopping Aricanduva, na zona leste. “É preciso informar os clientes sobre o que está acontecendo e quais são as reais condições. Só depois disso é que posso avaliar se vou ou não continuar frequentando o shopping”, disse a estudante de finanças Kelly Prado, de 38 anos.
A Cetesb constatou gás metano na área das lojas, em índice que superou 5% da composição do ar, nos dias 17, 21 e 22 de julho – ou seja, com risco de explosão. O órgão pediu então medidas urgentes ao shopping, como a ventilação de espaços fechados – caso das galerias de telefonia e de esgoto e dos depósitos das lojas. “Mas nenhuma providência foi tomada. No dia 31 de agosto, nos apresentaram um plano que não atende às necessidades para a drenagem do gás. E constatamos que o gás pode estar vazando por trincas do piso”, disse Amaral Filho.
Como a Cetesb não é responsável pelo licenciamento do local, o órgão estadual comunicou ontem a situação de emergência às Secretarias de Controle Urbano e do Verde e do Meio Ambiente e ao Ministério Público Estadual, entre outros órgãos. A Secretaria de Controle Urbano é responsável por verificar condições de segurança em edificações. Seu titular, Orlando de Almeida, não se manifestou ontem sobre o caso.
O Shopping Center Norte afirmou que não foi constatado risco iminente de explosão e que as concentrações de metano encontradas pela Cetesb foram pontuais. O empreendimento disse que monitora diariamente a área para evitar riscos de acidente. De acordo com o shopping, todas as lojas já foram inspecionadas e na última campanha de monitoramento não foi registrado presença de metano acima do piso.
O Center Norte afirmou que já existe um plano para instalação dos drenos, o que facilitará a retirada do gás do solo. Segundo a empresa, o cronograma dessa obra já foi entregue à Cetesb. O shopping comunicou que este ano foram renovados o Auto de Verificação de Segurança (AVS) e o Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB). Questionados, shopping e Prefeitura não informaram se o Center Norte tem habite-se.

Segurança em Hospitais RJ

14/10/2011 18h57 - Atualizado em 14/10/2011 19h07

Parte de Hospital do Fundão é desocupada para obras, no Rio

Pacientes foram remanejados para outras alas do prédio.
Centro Cirúrgico havia sido interditado pela Vigilância Sanitária no dia 6.

Do G1 RJ
Hospital Fundão (Foto: Reprodução/TV Globo)
Ala D do hospital foi desocupada para obras (Foto: Reprodução/TV Globo)
A Ala D do Hospital Universitário Clementino Fraga Filho, na Ilha do Fundão do Rio, foi desocupada, nesta sexta-feira (14). Os pacientes serão remanejados para outras áreas do prédio enquanto estiverem sendo feitas obras de reparo das colunas no local. A previsão de conclusão é de 45 dias. As informações são da administração do próprio hospital.
A decisão foi da Defesa Civil em reunião com o engenheiro Ernani Diaz, professor da UFRJ e membro da Academia Nacional de Engenharia. De acordo com a administração do hospital, após monitoramento diário da estrutura do prédio foi detectada a possibilidade de pequenos assentamentos em decorrência das obras de reparo dos dois pilares da Ala D, o que ocasiona uma leve movimentação no local.
Risco sanitário de centro cirúrgico
No dia 6 de outubro, a equipe da Vigilância Sanitária estadual vistoriou o Centro Cirúrgico e a Central de Material de Esterilização do hospital e constatou que havia risco sanitário nessas áreas. Foi lavrado termo de visita determinando a suspensão das atividades do centro cirúrgico geral, até que a estrutura seja adequada. Segundo a Vigilância Sanitária, as cirurgias só poderão ser retomadas após nova vistoria.
A assessoria do hospital informou que as atividades no centro cirúrgico ficarão suspensas até o término da obra de correção da estrutura física da sala. A direção do hospital está empenhada em iniciar as obras e garante que todas as medidas solicitadas pela Vigilância Sanitária, para manter o hospital dentro das normas exigidas, serão cumpridas o mais breve possível, segundo a assessoria.
A Defesa Civil, o Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura e Agronomia (Crea) e os engenheiros do Programa de Pós-Graduação de Engenharia (Coppe/UFRJ), concluíram que não existe risco de abalo estrutural. “A presença de resíduos (areia e fragmentos de concreto) se deve à movimentação previsível da junta de dilatação, conseqüente à obra de reforço em curso, e às variações de temperatura”. O reforço definitivo de dois pilares já está sendo executado e será finalizado no prazo de um mês.
Monitoramento não detectou novas rachaduras
A Secretaria municipal de Saúde e Defesa Civil informou, no dia 6, que os relatórios enviados pela empresa contratada para fazer o monitoramento do Hospital do Fundão não constatou nenhuma alteração no prédio.
Funcionários fizeram imagens de rachaduras nas paredes, chão e teto do prédio. Das fissuras caíam areia e pequenos pedaços de concreto. Quem trabalha no hospital contou que as rachaduras aumentam desde o fim do ano passado, quando parte da unidade foi implodida.
De acordo com a Secretaria, serão feitas vistorias periódicas à construção. No entanto, o monitoramento através de sensores que captam informações de topógrafos é permanente e será realizado por tempo indeterminado.
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