sábado, 26 de novembro de 2011

ENCONTRO NACIONAL DE EDUCADORES - 2012

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

DOAR SANGUE SALVA VIDAS

DOE SANGUE.


Por Jefferson Guimarães
Doadores de sangue são pessoas que pensam, sobretudo, no bem estar alheio. Com um gesto simples e sem alarde, eles ajudam às equipes médicas a cuidar de muitos pacientes e a salvar muitas vidas. A atitude é tão nobre que para celebrá-la foi até criada uma data especial: 25 de novembro - Dia do Doador de Sangue.
O sangue coletado é utilizado em cirurgias mais complexas, em casos de acidentes ou até em catástrofes, por exemplo. Se você ainda não é doador regular, que tal aproveitar a ocasião para se tornar um? Veja quais são as condições básicas:
  • Sentir-se bem, com saúde
  •  Apresentar documento com foto
  •  Ter entre 18 e 65 anos de idade
  •  Pesar acima de 50 quilos
É bom destacar que esse tipo de doação não oferece riscos ao doador porque nenhum material usado na coleta do sangue é reutilizado, eliminando assim qualquer possibilidade de contaminação. Ou seja, a segurança na coleta de sangue é absoluta.
Outras coisas legais de saber: uma pessoa adulta tem, em média, cinco litros de sangue. Em cada doação, o máximo de sangue retirado é de 450 ml; doar sangue não engorda, nem emagrece, não há nenhuma alteração física para quem doa; o homem pode doar de dois em dois meses, no máximo quatro vezes ao ano. Já a mulher pode fazer sua doação de três em três meses com, no máximo, três doações anuais.

Recomendações para o dia da doação:
  • Estar alimentado e com intervalo mínimo de 2 horas; 
  • Dormir, no mínimo, 6 horas na noite anterior à doação; 
  • Não ingerir bebidas alcoólicas nas 12 horas anteriores; 
  • Evitar fumar por, pelo menos, 2 horas antes da doação; 
  • Evitar alimentos gordurosos nas 3 horas antecedentes à doação; 
  • Não ter feito tatuagem ou piercing há menos de um ano.

terça-feira, 22 de novembro de 2011

ESTÃO MATANDO A ALEGRIA DO BRASIL

REPÚDIO...
 
Amigos, todos os dias tenho falado sobre o aumento indiscriminado da violência e crime em nossa sociedade, mas percebo que além do fato a crueldade está aumentando. Atiram para ver o tombo dos pais e mães de família. Choram Marias e Clarices, e este final de semana pensei - conseguiram tirar o sorriso do rosto do Carlinhos de Jesus, pessoa alegre e que sempre mostrou sua arte e tem o reconhecimento de todo o Brasil. Carlinhos, meus pêsames e sentimentos. Estão matando a alegria do Brasil e sabemos que em algum momento a sociedade dirá CHEGA...
 
A Redação

MÉTODO NICON - DEFESA PESSOAL - SAFE HAVEN

 
 
A empresa


A Safe Haven é uma empresa de Consultoria de Segurança que atua no mercado nacional desde 2001 elaborando e executando projetos na área, ministrando treinamentos à profissionais dos mais diversos níveis e segmentos.
Com experiência e treinamento nas áreas de Instrução e Segurança Diplomática, Estatal e Pessoal estamos aptos a montar projetos de segurança e seleção de pessoal treinado, qualificado e habilitado para prestar serviços de Proteção Executiva. Os profissionais que prestam serviços em parceria conosco tem experiência comprovada e em sua grande maioria são membros de órgãos de segurança pública.


Objetivos

Nossa proposta é prover subsídios intelectuais, emocionais, técnicos e jurídicos aos alunos(as), mudando conceitos e esclarecendo dúvidas relativas às atuações durante possíveis confrontos. Além de embasamento emocional, desenvolvimento da capacidade de autodefesa e observação detalhada das Leis e artigos do Código Penal pertinente à esfera de atuação.
Com intuito de atender profissionais da Área de Segurança Privada e Estatal, desenvolvemos o Método NICON - Neutralizar, Imobilizar, Conduzir - a partir das técnicas utilizadas em situações reais e diárias, que ocorrem em todos os segmentos ligados aos profissionais da Área de Segurança privada, Estatal e Diplomática.O método é inteligente e adaptável tendo sido baseado em vários estilos de artes marciais cujas principais características são rapidez e eficiência na utilização das técnicas com golpes de impacto, alavancas, torções, manipulações e submissão de forma controlada.

Acesse o site de nosso parceiro http://www.safehaven.com.br/
Tels Contato 0xx11 5821 7940 e 0xx11 9131 9666
Email safehaven@safehaven.com.br e Skype joaoferreiradossantos

Assista o Vídeo Vimeo http://www.facebook.com/l.php?u=http%3A%2F%2Fvimeo.com%2F21410339&h=YAQFh5s6r

A Redação

sábado, 19 de novembro de 2011

GERENCIAMENTO DE PROJETOS - CICLO OODA

Esqueça o que você achava que sabia sobre gerenciamento de projetos

Hoje, velocidade, capacidade e adaptabilidade são tão ou mais importantes que custo e qualidade.

Bob Lewis / InfoWorld
 Graças à verdadeira "guerra de manobra" que tomou de assalto as empresas modernas, possibilitando aos executivos se beneficiar dos desafios que têm de enfrentar, em vez de se deixar abater por eles, o gerenciamento de projetos tornou-se a disciplina mais importante nas corporações. E com uma nova abordagem, na qual custo e qualidade deixaram de ser prioridades. Flexibilidade e velocidade ganharam peso maior.
Só para ter certeza de que estamos falando a mesma coisa: um projeto é um conjunto de tarefas que envolvem várias pessoas, organizado para oferecer produtos tangíveis dentro de um determinado período de tempo.
Para melhorar qualquer função comercial, incluindo gerenciamento de projeto, você tem que saber o que "melhorar" significa. Um bom caminho para isso é classificar seis parâmetros em ordem de importância: custo fixo, custo incremental, tempo de ciclo, rendimento, qualidade (ausência de defeitos), e excelência (neste contexto, a flexibilidade e adaptabilidade).
Tradicionalmente, os chamados projetos de TI enfatizam custo incremental, custo fixo, e qualidade. Em outras palavras, manter baixos o custo por unidade de trabalho, a sobrecarga de gerenciamento de projetos, e a quantidade de bugs. Tempo de ciclo, rendimento, e excelência eram deixados à própria sorte - pelo menos até agora.

Ciclo OODA: A guerra de manobra dos negócios

Para os não iniciados, o ciclo OODA significa "observar, orientar, decidir, agir". Em loop, porque depois de agir, é hora de observar novamente, para ver se você obteve os resultados esperados e/ou precisa fazer correções.
Na maioria das competições, o competidor com o loop mais rápido OODA ganha, porque é mais veloz e assertivo na tomada de decisões.
Assim, para acelerar o seu ciclo OODA, você tem que terminar os projetos mais rapidamente. O que leva o tempo de ciclo para o topo da lista de prioridades do gerenciamento de projetos.
Seguinte: em nosso ciclo OODA, "agir" nem sempre é simples o suficiente para ser um requisito atendido por um único projeto.
A implicação: além de terminar os projetos individuais de forma rápida, a TI tem que aumentar sua capacidade total para os projetos. Em outras palavras, precisa ter maior rendimento.
Dado que o grande objetivo dos projetos de empresa é aumentar a flexibilidade do negócio e adaptabilidade, junta-se a excelência do tempo de ciclo e taxa de transferência como terceiro parâmetro a ser otimizado no gerenciamento de projetos.
Portanto, é possível concluir que quando se trata de gerenciar projetos que objetivam manter o negócio competitivo, os critérios para definição de "bom" passaram a ser velocidade, capacidade e flexibilidade.
Pergunta: seus gerentes de projeto compreendem quão radicalmente suas prioridades mudaram?
Eu diria que a maioria ainda não percebeu como o gerenciamento de projeto tem que mudar para se adaptar às suas novas prioridades.

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

SEGURANÇA HOSPITALAR - RISCOS

Técnico de Radiologia

Técnico em radiologia e o cuidado de lidar com imagens humanas

Realizar exames e buscar passar o diagnóstico mais correto possível para o médico. Essa é apenas uma das mais variadas responsabilidades ligadas à profissão de ‘Técnico em Radiologia’.

O profissional é o responsável por manipular máquinas e instrumentos que são capazes de ver o que a olhos nu não se pode enxergar. "Profissional de curso técnico que trabalha com a obtenção de imagens por meio de máquinas como as de raio-X"

Técnico em radiologia é o profissional da área da saúde que realiza exames na área de radiologia, ou seja, que produz imagens internas do corpo humano através de uma máquina de Raio-X convencional, com o objetivo de diagnosticar problemas ou avaliar as condições do paciente. Suas funções compreendem a preparação, a programação e a operação do sistema de imagens, a preparação do paciente e, muitas vezes, a produção de um relatório descritivo preliminar. Cabe também a esse profissional garantir a segurança do paciente e da equipe de exames, uma vez que a radiação emitida pela máquina é prejudicial a saúde humana.

“Sei que é uma grande responsabilidade trabalhar com imagens e resultados de exames. Para quem pretende ingressar nessa área, é fundamental gostar da área da saúde por que se tem contato diário e direto com todos os tipos de emoções”, explicou a técnica em radiologia Renata Xavier Garcia.

A profissional diz que, além da captação de imagens pelos instrumentos convencionais, também é necessário a aplicação de medicamentos como o ‘contraste’, fato que caracteriza ainda mais a profissão com a área da saúde.

“Vejo várias pessoas que não gostam da área da saúde tentando ingressar ou começar a carreira de técnico em Radiologia, a acabam desistindo por que não tinha essa noção de que teria tanto contato com a área médica. Mas esse é um trabalho estritamente voltado à área da saúde”, explica.

Médico

Segundo a profissional, o contato com os médicos é de fundamental importância. “Se não conseguirmos interpretar o que um médico quer em um determinado exame, com certeza teremos dificuldade em conseguir desenvolver um diagnóstico que seja compatível com as suas necessidades”, comentou.

Família

Renata diz vir de uma família de técnicos em Radiologia.

Seu esposo trabalha na área há vários anos. “Essa paixão pela profissão foi amadurecendo em mim com o passar dos anos e por isso, quando ingressei no mercado de trabalho, sabia que ia gostar da profissão. Acho que esse é um dos segredos de se poder dar bem naquilo em que se busca na vida”, falou.

Carga horária é de apenas quatro horas por dia

Por conta do contato diário com instrumentos que emitem radiação, a carga horária do Técnico em Radiologia é de apenas quatro horas por dia. Além disso, o período para aposentar-se é de 25 anos, quantidade inferior em comparação à maioria das profissões.

A profissional não vê o problema da radiação como um meio de atrapalhar o seu dia-a-dia. “Temos vários equipamentos de segurança que diminuem ao máximo o contato direto com a radiação que é emitida dos aparelhos”, comentou.

Segundo ela, com o passar dos anos, vários itens de segurança foram sendo adaptados e melhorados para dar mais segurança. “Utilizamos o dôsimetro, que verifica o nível de radiação além de paredes blindadas com chumbo, que impedem esse tipo de contato. Isso, ao passar dos anos, foi melhorando o aspecto também para podermos trabalhar com tranqüilidade”, salientou.

O mercado de trabalho em Catanduva chega a estar saturado. “É um pouco complicado conseguir trabalho na área, mas é uma função muito importante no que diz respeito ao diagnóstico médico”, contou.

Saiba mais....

Para ser um técnico em radiologia é necessário que o profissional se identifique com as ciências biológicas. Outras características interessantes são: responsabilidade, autocontrole, capacidade de observação, capacidade de organização, metodologia, capacidade de trabalhar em equipe, dinamismo, agilidade e ser cuidadoso.

Para ser um técnico em radiologia é necessário diploma em curso ou escola técnica de radiologia, reconhecida pelo MEC (Ministérios da Educação e Cultura), com duração mínima de três anos. O curso é composto por aulas teóricas, práticas e estágios, e visa à formação de um profissional apto a operar máquinas de radiologia convencional, radioterapia, de TAC (tomografia axial computadorizada), de ressonância magnética, de tomografia, entre outras. É muito importante que o profissional se atualize constantemente através de cursos e treinamentos específicos.

Principais atividades: preparar a máquina e o paciente, programar e operar a máquina, obter a imagem e, se necessário, tirá-la novamente para obter a imagem mais esclarecedora possível, analisar a imagem do ponto de vista técnico, preparar relatório descritivo preliminar para auxiliar o médico na análise do raio-X.

Áreas de atuação

Hospitais, clínicas, pronto-socorros e casas de saúde: da rede pública, que são contratados por meio de concurso público, ou na rede privada.

Laboratórios de radiologia: trabalhando especificamente com exames e resultados. Geralmente, nesse caso, os profissionais trabalham em equipes e, em conjuntos com médicos radiologistas.

Centro de pesquisas técnicas e científicas: trabalha com pesquisas na área de radiologia, elaborando novas técnicas e desenvolvendo as já existentes com o objetivo de aumentar a precisão dos exames

Aeroportos: trabalha juntamente com a segurança do aeroporto e com a polícia na tentativa de barrar o tráfico de drogas e de armas Empresas de comercialização e de assistência técnica de máquinas de radiologia: trabalha com as características técnicas e mecânicas do aparelho Ensino: pode trabalhar com o ensino no setor de radiologia

Mercado de trabalho

O mercado de trabalho para o profissional da radiologia é amplo, e cresce na medida em que cresce a preocupação com a saúde e com o bem-estar. Para os trabalhadores do setor público, a evolução na profissão segue os parâmetros legais e critérios como, entre outros, a avaliação de qualidade e tempo de serviço, pois nesse caso, o profissional se enquadra na categoria de Técnico de Diagnóstico e Terapêutica. No caso do trabalhador do setor privado, a evolução depende da instituição na qual ele trabalha, e, geralmente, pauta-se pelos rendimentos auferidos.

Curiosidades

Em 8 de novembro de 1895, Wilhelm Konrad Roentgen descobre a existência e a produção da radiação X. Hoje, sabe-se que esses raios eram correntes de elétrons, que são liberados pelo rápido movimento dos íons do gás bombardeando a superfície de um cátodo aquecido. Os íons são produzidos durante a descarga do gás. Os elétrons chocam-se contra a superfície de vidro, perdem sua energia, o vidro fica aquecido e pode-se observar efeitos luminosos (luz verde ou azul, dependendo da composição química do vidro). A superfície aquecida da parede de vidro é a fonte de raios-X.

Desde esta época, até os dias de hoje, surgiram várias modificações nos aparelhos iniciais objetivando reduzir a radiação nos pacientes, pois acima de uma certa quantidade sabia-se que era prejudicial à saúde. Assim surgiram os tubos de Raios X, diafragmas para reduzir a quantidade de Raios X e diminuir a radiação secundária que também piorava a imagem final.

Em 1920, iniciaram-se os estudos relativos à aplicação dos raios-X na inspeção de materiais dando origem à radiologia industrial.

No Brasil, Manuel de Abreu desenvolveu a Abreugrafia, um método rápido de cadastramento de pacientes para se fazer radiografias do tórax, que tem sido reconhecida mundialmente.

O piso salarial da categoria é de 2,5 salários mínimos e mais 40% de benefícios de salubridade e periculosidade, para jornada de 4 horas diárias de trabalho.

Tragédia da AIDS

Médica viveu a tragédia da AIDS

Regula Kohler viveu um ano e meio em Maputo, onde trabalhou como médica no programa de AIDS da "Médecins Sans Frontières".

Para swissinfo, ela conta o desafio de combater uma epidemia que já atinge 13% da população adulta num país onde falta tudo, inclusive médicos.

Regula Kohler entra no restaurante da estação ferroviária de Olten, uma pequena cidade entre Berna e Zurique, e pede um café e um copo de água. Seus olhos azuis são tranqüilos. Ela fala baixo, como os poucos fregueses do estabelecimento.

Há pouco mais de um mês, essa médica suíça de 34 anos estava em um outro mundo, muito distante da tranqüilidade e segurança do país dos Alpes. Ela viu de perto uma das maiores tragédias vividas pela humanidade.

Regula Kohler esteve durante um ano e meio em Moçambique, acompanhada pelo marido, um médico francês, e o filho de apenas três anos de idade. Durante todo esse tempo no país africano de língua portuguesa, o casal foi voluntário no programa de combate a AIDS, conduzido pela seção suíça da organização humanitária “Médecins Sans Frontières” (Médicos Sem Fronteiras, ou MSF).

A AIDS está devastando o continente africano. Calcula-se que mais de 40 milhões de pessoas estejam contaminadas no mundo. 95% delas vivem em países em desenvolvimento como Moçambique.

A ida para esse país foi uma decisão de Regula Kohler e seu marido. Depois de ser formar em medicina, a suíça já havia trabalhado como voluntária na Libéria e na Mauritânia. “Escolhi Moçambique, pois é um país que não está em guerra e, por isso, não era perigoso para a minha família”, lembra Kohler.

As condições precárias do trabalho médico na África também não foram um empecilho. “Um médico europeu aprende muito trabalhando nesses países, cuja medicina é vivida de uma outra perspectiva”.

No programa conduzido pelos suíços, Regula Kohler era “coordenadora médica”. Suas tarefas eram variadas e incluíam o aprovisionamento de remédios, o contato com as autoridades locais de saúde e também a elaboração de um programa de formação de pessoal.

“Um dos maiores problemas do país é a falta absoluta de pessoal especializado para tratar os doentes e as pessoas contaminadas pelo HIV”, explica Kohler. “Moçambique dispõe de apenas 200 médicos, sendo que a maior parte deles vive na capital, Maputo, e trabalha na administração”.

Para suprir parte das carências, o governo forma conselheiros de saúde que irão trabalhar nos diversos centros de teste já em funcionamento, chamados em Moçambique de “gabinetes de aconselhamento e testagem”. Eles são freqüentados por pessoas que ainda não sabem se são soropositivos ou que sentem os primeiros sintomas da doença.

“Esses funcionários recebem um curso de duas semanas para aprender a aplicar os testes de HIV, cujos resultados saem em apenas 25 minutos, e também para dar instruções sobre o tratamento com os anti-retrovirais e os cuidados na família”, conta Kohler.

A falta de pessoal é ainda agravada pelo fato de muitos enfermeiros e médicos também estarem doentes: - "muitos desses profissionais também são soropositivos e não mais em condições de trabalhar”.

Tragédia nacional

A situação em Moçambique é grave. Segundo a ONG suíça, mais de 13% da população adulta está infectava pelo vírus do HIV. Em cidades como Maputo esse número chega a 17%. Porém muito pior é a situação de regiões como a cidade portuária de Beira, no centro do país, e na fronteira com o Zimbábue, onde de 20 a 25% dos habitantes estão contaminados.

Os especialistas acreditam que nesse ritmo, até 2010 a esperança média de vida dos moçambicanos deve baixar de 50,3 para 36,5 anos.

Apesar das dimensões da tragédia, Moçambique dispõe de poucos recursos para tratar do problema. “Mais de 150 mil pessoas precisam urgentemente dos anti-retrovirais”, revela Kohler. Grande parte dos medicamentos e dos recursos empregados no combate à doença vem de governos estrangeiros como o Brasil, Luxemburgo e Suíça.

Uma parte considerável do trabalho é feita por organizações internacionais como o MSF. Desde o início do ano 2001, o grupo da suíça atua em Maputo e em Lichinga, na distante província de Niassa.

Na capital, a MSF apóia os chamados “hospitais de dia”, que são clínicas de saúde onde as pessoas recebem os anti-retrovirais e também são tratadas com medicamentos de combate às doenças oportunistas, como a tuberculose ou pneumonia. Em todo o país, 10 desses centros estão em funcionamento.

O objetivo do governo de Moçambique é aumentar essa rede nos próximos cinco anos para mais cem "hospitais do dia". Ao mesmo tempo, a MSF suíça pretende atender mais doentes. Em julho a organização anunciou o atendimento do milésimo paciente tratado com anti-retrovirais.

Preconceito e falta de informação

Para a médica Regula Kohler, o número elevado de contaminação por AIDS em Moçambique se explica por uma questão cultural. “A grande maioria dos homens ainda recusa utilizar preservativos”. Além disso, falar de sexo continua a ser considerado um tabu na sociedade.

Uma forma de combater os preconceitos é o teatro. Em Moçambique vários grupos se apresentam nas escolas e nos povoados com o objetivo de mostrar a importância da utilização do preservativo.

Outra forma efetiva é a exposição pública: “temos um caso de uma mulher que era vendedora de peixe no seu povoado. Ao se tornar soropositiva, ela foi completamente excluída e ninguém mais comprava seus produtos”.

Com ajuda da seção de Luxemburgo do Médecins Sans Frontières, essa pessoa se transformou em “ativista”. “Agora ela dá entrevistas à imprensa e participa de palestras falando abertamente sobre o problema, algo quase revolucionário em Moçambique, onde a AIDS é associada à morte e ostracismo”.

Vida, apesar de soropositivo

“O principal objetivo é mostrar que apesar da AIDS, existem formas de tratamento que dão mais qualidade de vida aos soropositivos”, afirma Kohler. Quando estes recebem os medicamentos anti-retrovirais, não só as doenças oportunistas diminuem como muitos recuperam sua saúde para o trabalho e os cuidados com a família.

“Juntamente com a prevenção, nosso trabalho em Moçambique mostra que é possível tratar os doentes e combater o problema da AIDS”, conclui Regula Kohler.

Depois de um ano e meio na África, a médica suíça não esconde que sente saudades. “Apesar da situação triste que vive o país, tive uma experiência inesquecível com esse povo motivado para trabalhar e aprender”.

swissinfo, Alexander Thoele

COMBATE AOS ACIDENTES DE TRÂNSITO

Engenheiro substitui dor por ação contra a impunidade no trânsito

Após perder o filho, Fernando Diniz se tornou um ativista contra os acidentes
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RIO - Naquele fim de noite, em março de 2003, o engenheiro Fernando Diniz estava inquieto. A mulher já tinha ido se deitar, e o filho, Fabrício, de 20 anos, estava demorando para chegar em casa. Não era para ele demorar tanto. O rapaz tinha saído com amigos para brincar de jogos eletrônicos no shopping Downtown e prometera retornar cedo. Já havia até telefonado dizendo que estava voltando. E o shopping era tão perto do apartamento da família, ali nas imediações da Praça do Ó, na Barra da Tijuca. Diniz foi para a varanda tentar ver o filho chegando de carro. Mas nada. Tomou, então, a decisão que resultaria na pior notícia que já recebeu na vida: tentou localizar Fabrício pelo telefone celular. Foi assim que descobriu o verdadeiro significado do que ele chama de "uma noite tenebrosa". Fabrício nunca chegou em casa.
Na semana retrasada, oito anos depois, o mesmo engenheiro se via às voltas com a burocracia da prefeitura para conseguir um espaço onde possa erguer um monumento às vítimas do trânsito. Ele queria que tudo estivesse pronto até o dia 21 de novembro, quando, como acontece em todo o terceiro domingo de novembro, por determinação da Organização Mundial de Saúde (OMS), marca-se a passagem do Dia Mundial em Memória das Vítimas de Trânsito.
Não vai dar tempo. Mas nem por isso Diniz vai deixar o domingo passar em branco. Hoje, o engenheiro é o criador e presidente da organização não governamental Trânsito Amigo. Alguma coisa ele há de fazer para que vítimas, como Fabrício, não sejam esquecidas no dia dedicado a elas. Tem sido assim desde aquela "noite tenebrosa".
— Fiquei perdido na primeira semana — relata agora Diniz. — Mas, na ocasião, fui entrevistado por uma repórter do GLOBO, Maria Elisa Alves. Quando li a reportagem, vi uma frase minha que soava como clichê: "Vou transformar meu luto em luta". Mas acreditei naquilo. Resolvi lidar com a ausência do meu filho de uma forma produtiva. Fui de encontro ao trânsito que tinha ceifado a vida dele. Trabalho em prol de um trânsito mais justo e mais humano.
Três semanas depois da morte de Fabrício, Diniz estava com uma turma de amigos do filho, todos vestindo camisetas com a foto do rapaz estampada na frente, divulgando a campanha Amigo da Vez nos bares do Downtown. Era uma ação de impacto. Os integrantes do grupo pediam que o dono do bar tocasse uma fita com hits do momento produzida por eles. No meio da fita, a música era interrompida pelo som de um acidente de automóvel. Um locutor, então, anunciava: "Este acidente ainda não ocorreu." Para evitá-lo, a turma pedia aos frequentadores que escolhessem um amigo que não tinha bebido para dirigir o carro que os levaria de volta para casa. E que assim procedessem sempre: a cada saída, elegendo um "amigo da vez".
Desde então, ele sabe que deve agir em vez de esperar uma ação do governo para diminuir o número de acidentes no trânsito.
— O mundo inteiro começa a tomar providências a respeito. Nós estamos na contramão do processo. Depois do novo Código de Trânsito Brasileiro, de 1998, passou-se a usar cinto de segurança nos bancos da frente. Os motoristas sabiam que, se não o fizessem, seriam multados. Mas, hoje, caso houvesse um número suficiente de fiscais de trânsito, como seria feita a fiscalização se os carros andam com insulfilm (película aplicada nos vidros que escurece o interior dos automóveis)? O Brasil possui 60 milhões de veículos. Até 2020, a frota de motocicletas vai superar a de automóveis. Como fiscalizar isso tudo? A frota aumenta 10% ao ano, e o número de fiscais não aumenta. Eu subo a serra no fim de semana para minha casa em Secretário e vejo os postos da Polícia Rodoviária abandonados. Não há uma ação do governo contra o trânsito irresponsável. O governo fez as pessoas comprarem carros, mas não ensina como utilizá-los. Hoje, todo mundo tem carro. Mas é uma geração que não viu seus pais dirigirem. Não teve em casa a educação para o trânsito.
Não era para Fabrício sair naquela noite. Na manhã seguinte, bem cedo, ele deveria estar pronto e em jejum de 12 horas para fazer um exame de sangue. Ele prometeu ao pai que não iria beber, nem comer nada. E cumpriu o prometido. Só queria passar um tempo com alguns amigos e a namorada. Não queria nem dirigir. Foi por isso que, depois de procurar pela internet a companhia dos colegas de sempre, acabou aceitando a carona de um rapaz que nem era tão amigo assim. Ele só estava na turma há uns dois meses.
De acordo com dados do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), o total de veículos no Brasil mais que dobrou em dez anos e atingiu a marca de 64.817.974 em dezembro do ano passado, o que significa um aumento de 119% no período. Foram mais de 35 milhões de carros que chegaram às ruas em dez anos.
Aos 64 anos, Fernando Diniz divide seu tempo entre o trabalho na Petrobras e a dedicação à ONG. Em nome dela, ele faz palestras e participa de seminários, sempre contando sua experiência pessoal e emitindo sua opinião sobre como a legislação deveria agir com responsáveis por acidentes de trânsito. E não deixou que o que restou de sua família (ele ainda tem uma filha, Fernanda, hoje com 26 anos) interrompesse a vida após a morte de Fabrício. Em seu cartão de visitas, pode-se ler a máxima "Prosseguir é preciso".
— Nós, vítimas, não podemos ficar detidos em casa entre quatro paredes. Através da dor, você cresce. Eu e minha mulher percebemos que precisávamos trazer outras vítimas de trânsito para junto de nós. Elas também deviam estar sofrendo. Criei a Trânsito Amigo em memória de Fabrício, mas ela pertence à sociedade.
 
— Comecei só com a vertente da solidariedade. Se as vítimas são católicas, eu chamo para rezarmos o terço juntos (Diniz tem sempre um terço no bolso direito da calça). Mas isso é pouco. Eu preciso de mais.
O "mais" de Fernando Diniz é mudar a legislação. Ele apoia a Lei Seca, mas torce pela criação de uma delegacia especializada em crimes de trânsito. Pensa nisso desde aquela "noite tenebrosa", quando, enquanto velava o corpo do filho no asfalto da Avenida das Américas, foi procurado por um funcionário de funerária que queria que ele escolhesse uma corbeille para o enterro, e por um advogado que tentava fazer com que ele abrisse mão do Dpvat (o seguro de danos pessoais, pago por todos os proprietários de veículos do país e ao qual todos os brasileiros têm direito).
— Eu me senti um marginalizado na delegacia, quando fui registrar a ocorrência do acidente. Eu e a mãe de duas jovens que morreram com meu filho. É preciso que as delegacias tenham uma assistente social para atender as vítimas de trânsito que sofrem a dor da perda. É preciso divulgar o direito que a sociedade tem ao DPVAT. Se a vítima contratar um advogado, o seguro demora, pelo menos, 60 dias para ser pago. Esse pagamento tem que ser feito de forma mais ágil.
De acordo com o testemunho de uma sobrevivente do desastre que vitimou Fabrício, o motorista do carro fez o caminho do shopping à Praça do Ó em alta velocidade e "cortando" os veículos que estavam à sua frente. Freava, "cortava", acelerava, freava... À certa altura, perdeu a direção. O carro capotou e bateu num poste. A velocidade era tanta que o poste tombou. O motorista e o carona, que usavam cintos de segurança, sobreviveram. No banco de trás, ninguém usava cinto. Uma garota foi lançada para longe do carro. Fabrício e a namorada ficaram presos nas ferragens.
A Trânsito Amigo busca fazer ações propositivas junto a parlamentares para cobrar leis mais severas que minimizem os efeitos do trânsito, principalmente, que acabem com a impunidade.
— Participou de "pega", bebeu ou estava em alta velocidade, isso não é acidente — analisa Diniz. — É ocorrência.
 
A ONG luta para que os causadores de acidentes com vítimas no trânsito não sejam acusados de homicídio culposo (aquele em que não houve intenção de matar), mas de homicídio doloso.
Diniz é contra também a sentença de pena alternativa que faz com que o culpado se responsabilize apenas por pagamentos de cestas básicas.
— Com essas penas, os juízes estão comparando a vida de nossos filhos com grãos de arroz e feijão.
 
A ideia agora é que seja aprovado o Projeto de Lei 798/07, que já tramita na Câmara dos Deputados e que "estabelece que as penas alternativas aplicadas a quem praticou crime de trânsito sejam cumpridas em ambientes relacionados ao resgate, atendimento ou recuperação de vítimas."
Fernando Diniz propõe que o culpado seja privado de bebida e diversão. Por isso, a pena seria cumprida nas noites de sexta-feira, sábado e domingo. O pagamento de cestas básicas seria substituído, num primeiro momento, pelo acompanhamento de equipe de Corpo de Bombeiros no atendimento a vítimas de trânsito.
— Alguém do contra pode dizer que eles não estão preparados para ver acidentes. Pois eu também não estava!
Num segundo momento, eles dariam plantão nos hospitais da rede pública para ver o estado em que as vítimas chegam. E, num terceiro, iriam prestar serviços em hospitais e clínicas de recuperação.
— Isso é mais educativo e corretivo do que uma cesta básica — diz Diniz.
Quando Fernando Diniz telefonou para o filho, foi atendido por uma voz estranha. "Desculpe-me, é engano", falou. "Não. Quem está falando?", quis saber o dono da voz, um policial, como se soube mais tarde. "Eu estava ligando para o Fabrício. Sou pai dele." O policial retrucou: "Houve um acidente. O senhor precisa vir aqui", e deu a localização. "Mas como está meu filho?" O policial apenas repetiu: "O senhor precisa vir aqui". O engenheiro insistiu: "Mas ele está vivo?" O policial desligou o telefone, e teve início a "noite tenebrosa" de Fernando Diniz.


CET Uniformiza velocidade em SP

CET uniformiza velocidade máxima em mais 6 vias de SP nesta segunda

Mudanças ocorrem nas zonas Oeste e Norte da capital paulista.
Ponte dos Remédios terá limite de 40 km/h.

Do G1 SP
 
Seis vias da cidade de São Paulo terão o limite de velocidade uniformizado em no máximo 60 km/h a partir desta segunda-feira (14) pela Companhia de Engenharia de Tráfego (CET). A medida vem sendo tomada em diversos pontos da cidade e visa melhorar a segurança da via. Desta vez, quatro avenidas e duas pontes passarão pelas mudanças, em um total de 23,6 km.

Confira as vias que serão afetadas:
- Avenida Assis Ribeiro
- Avenida Raimundo Pereira de Magalhães
- Avenida Manoel Domingos Pinto
- Ponte Júlio de Mesquita Neto
- Ponte dos Remédios
- Avenida Eliseu de Almeida
Segundo a CET, as maiores mudanças acontecerão na Avenida Manoel Domingos Pinto e na Ponte dos Remédios, onde a velocidade será ainda menor, de 40 km/h. Já na Avenida Raimundo Pereira de Magalhães, o limite será de 50 km/h. No total, 320 placas serão instaladas. Multas já serão aplicadas a partir de segunda.

Outras mudanças
Ainda em novembro, a CET pretende levar a padronização para outras oito vias: Via Anchieta; Avenida Presidente Juscelino Kubitschek; Avenida Antônio Joaquim de Moura Andrade; Complexo Viário Ayrton Senna; Túnel Tribunal de Justiça; Túnel Jânio Quadros; Túnel Sebastião Camargo; e Avenida Bernardino Brito Fonseca de Carvalho.

Confira as vias que tiveram a velocidade reduzida
ViaAnteriorAtual
Avenida 23 de Maio
Avenida Rubem Berta
 
placa 80km/h (Foto: arte g1)
Placa 70km/h (Foto: arte g1)
Avenida Ermano Marchetti
Praça Jácomo Zamella
Avenida Comendador Martinelli
Avenida Inajar de Souza
Avenida Engenheiro Caetano Álvares
Viaduto República da Armênia
Ponte Engenheiro Ary Torres
Avenida dos Bandeirantes
Avenida Afonso D'escragnolle Taunay
Complexo Viário Maria Maluf
Avenida Presidente Tancredo Neves
Complexo Viário Escola de Engenharia Mackenzie
Rua das Juntas Provisórias
Avenida Professor Luiz Ignácio Anhaia Mello
Avenida Salim Farah Maluf
Avenidas Zaki Narchi
Avenida Arnolfo de Azevedo
Avenida Coronel Guilherme Rocha
Avenida Chafariz das Saracuras
Avenida Bandeirantes do Sul
Avenida Doutor Gastão Vidigal
Avenida Professor Fonseca Rodrigues
Avenida Pedroso de Morais
Avenida Brigadeiro Faria Lima
Avenida Hélio Pellegrino
Rua Inhambú
Avenida Doutor Abraão Ribeiro
Avenida Pacaembu
Avenida Jornalista Roberto Marinho
Avenida Washington Luís (entre a Avenida dos Bandeirantes e a Rua Vieira de Moraes)
Avenida Interlagos
Avenida Senador Teotônio Vilela
Avenida Francisco Matarazzo
Elevado Costa e Silva
Viaduto Radial Leste
Avenida Alcântara Machado
Rua Melo Freire
Avenida Conde de Frontin
Avenida Antonio Estevão de Carvalho
Rua Dr. Luiz Ayres
Avenida José Pinheiro Borges (Nova Radial)
Avenida Jabaquara
Rua Sena Madureira
Avenida Domingos de Moraes
Avenida Noé de Azevedo
Rua Vergueiro
Avenida Doutor Ricardo Jafet
Avenida Abraão de Morais
Avenida do Estado
Avenida Cruzeiro do Sul
Avenida Dom Pedro I
Avenida Nazaré
Avenida Ordem e Progresso
Avenida Brasil
Avenida Antártica
Avenida Pedro Álvares Cabral
Rua Henrique Schaumann
Rua Manoel da Nóbrega
Viaduto Antártica
Avenida Doutor Arnaldo
Avenida Paulista
Avenida Bernardino de Campos
Avenida Professor Noé de Azevedo
Avenida Jabaquara
Avenida Engenheiro Armando de Arruda Perreira
Avenida Doutor Hugo Beolchi
Rua Heitor Penteado
Rua Domingos de Morais
Rua Vergueiro
Rua Rui Barbosa
Rua João Passalaqua
Avenida dos Tajurás
Avenida Miguel Yunes
Avenida Jaguaré (entre a Avenida Escola Politécnica e Ponte do Jaguaré)
Avenida Deputado Jacob Salvador Sveibil
Avenida Valdemar Ferreira (entre a Rua Euryclides de Jesus Zerbini e a Praça Vicente Rodrigues)
Avenida Afrânio Peixoto (entre Praça Vicente Rodrigues e Rua Alvarenga)
Praça Vicente Rodrigues
Avenida Atlântica
Rua Texas (acesso)
Praça Hussam Eddine Hariri
Avenida Doutor Chucri Zaidan
Avenida Guarapiranga
Avenida Emérico RichterAvenida Regente Feijó Águia de Haia
Avenida Pedro Bueno, João Pedro Cardoso
Praça Nossa Senhora Perpétuo Socorro
Estrada do Guarapiranga
Avenida Assis Ribeiro
Ponte Júlio de Mesquita Neto
Avenida Eliseu de Almeida
Placa 70km/h (Foto: arte g1)
placa 60km/h (Foto: arte g1)
Avenida Regente Feijó Águia de Haia
Avenida Pedro Bueno, João Pedro Cardoso
Praça Nossa Senhora Perpétuo Socorro
Estrada do Guarapiranga
Avenida Raimundo Pereira de Magalhães
placa 60km/h (Foto: arte g1)
placa 50km (Foto: arte)
Avenida Paes de Barros
Avenida Manoel Domingos Pinto
Ponte dos Remédios
placa 50km (Foto: arte)
placa 40km (Foto: arte)

domingo, 13 de novembro de 2011

REVISTA CONDOMÍNIOS SP

Quem pode e quem não pode entrar?

Segurança: Quem pode e quem não pode entrar?

Atenção, abrir em uma nova janela.
Algumas regras e condutas devem ser seguidas pela portaria no controle de acesso de oficiais de Justiça, corretores, policiais e ex-cônjuges ao interior dos condomínios.

A porta da frente dos edifícios continua sendo o ponto mais vulnerável quando se trata de segurança. “As invasões de condomínios verticais ainda ocorrem, em sua maioria, pela porta da frente, ou seja, pelas entradas de pedestres e de veículos”, constata o consultor de segurança José Elias de Godoy, oficial da Polícia Militar do Estado de São Paulo e autor de “Técnicas de Segurança em Condomínios” (Editora Senac).

Os funcionários da portaria, portanto, devem estar mais do que treinados para identificar visitantes. “A princípio a pessoa que reside no local é quem tem a precedência para entrar e sair livremente do condomínio e liberar ou não a entrada de visitantes e/ou prestadores de serviços”, completa Godoy. Parece elementar, mas muitos porteiros ainda pecam por não identificar corretamente visitantes e prestadores de serviço. O consultor atenta que entre os modos de acesso mais comuns utilizados pelos ladrões estão os disfarces de prestadores de serviço de empresas (como Telefônica, Sabesp, Comgás, Eletropaulo, TV a cabo etc.), de eletricistas, encanadores ou entregadores de pizza ou encomendas.

É usual ainda o porteiro ser iludido pela presença de uma mulher bonita, que o convence a abrir o portão, ou simplesmente por uma história bem contada (alguém veio buscar um carro, sofá ou outro item a pedido do morador, por exemplo). A situação pode se complicar com casos que fogem à rotina, como a visita de oficiais de Justiça, de corretores de imóveis e de ex-cônjuges de moradores.

OFICIAL DE JUSTIÇA: COMO PROCEDER

Especialmente a presença de oficiais de Justiça na portaria costuma causar dúvidas e receios. A advogada Evelyn Roberta Gasparetto, especialista em condomínios e coautora do livro “Administrando Condomínios”, afirma que o acesso do profissional não é livre: “O oficial deve explicar sua função, com quem precisa falar e demonstrar documento que comprove a sua situação naquele momento, a de oficial de Justiça, ou seja, o mandado do Juiz somado à sua carteira funcional ou ainda o RG.”

Luís Renato Mendonça Davini, delegado e consultor na área de segurança, alerta que o oficial de Justiça é um serventuário da Justiça (servidor investido e concursado em cargo efetivo): “Ele é quem faz cumprir a ordem emanada pelo Poder Judiciário, não devendo ser frustrado ou impedido no exercício da sua função.” Davini frisa que o mandado judicial deve ser lido pelo porteiro ou segurança, “certificando-se que se trata de uma ordem judicial, para o seu devido cumprimento”. Ele completa que as condições da diligência (local, data, horário e natureza) estão escritas no mandado judicial, por isso o documento deve ser lido com atenção para certificação das informações prestadas pelo oficial de Justiça.

A partir daí, o porteiro deve prestar todas as informações solicitadas pelo serventuário. “O porteiro não poderá atrasar ou obstar a entrada do oficial ao condomínio, até mesmo no caso do morador não estar presente.” Davini salienta que mesmo a pedido do condômino, o porteiro não poderá recusar a entrada do oficial de Justiça para o cumprimento do mandado, sob pena de ser preso por sua conduta. Caso seja solicitado pelo oficial, o porteiro deverá informar seu nome e número de RG. Da mesma forma, o porteiro deverá anotar o nome, número do RG ou funcional e o cartório judicial que o oficial representa. No caso de excessos cometidos pelo oficial (como falta de identificação pessoal, exibição do mandado, ofensas ou grosserias), o condomínio poderá comunicar ao Juízo que emanou a ordem.

A advogada Evelyn orienta que, em um primeiro momento, o porteiro não precisa assinar a notificação de recebimento. “O oficial pode voltar outro dia ou outra hora. No entanto, caso fique caracterizado que o morador está se escondendo, o porteiro pode ser a pessoa responsável por receber a ‘citação por Hora Certa’, na qual ele assina a notificação e é obrigado a entregar ao morador. Mas isso quem decide fazer é o oficial de Justiça, dependendo do andamento da situação”, esclarece.

O gerente predial Leone Silva Santos, do Condomínio Edifício Nações Unidas, com 144 apartamentos, conduz com muito tato as visitas de oficiais de Justiça. “Sempre comunico os moradores que a portaria não pode mentir. Falo para o oficial que o morador está, mas que não quer recebê-lo, recebo a intimação e entrego pessoalmente para o condômino. Tenho um ótimo relacionamento com os moradores, e já tivemos casos em que convenci a pessoa intimada a descer, conversar com o oficial e tratar a questão amigavelmente.”

CORRETORES DE IMÓVEIS
Em relação ao controle de acesso de corretores de imóveis, organização é fundamental. José Elias de Godoy orienta o morador que está locando ou vendendo seu imóvel a deixar na portaria o máximo de dados possíveis, como nome da imobiliária e do corretor, data e hora da visita. “Esses dados devem ser passados também ao zelador para acompanhamento.”

José Augusto Viana Neto, presidente do CRECI São Paulo (Conselho Regional de Corretores de Imóveis), afirma que para garantir a sua segurança e tranquilidade, o proprietário do imóvel deve informar a portaria que sua unidade está sendo negociada, cadastrando os profissionais que têm autorização para ingressar e levar visitantes ao local.

Viana considera que a onda de arrastões a condomínios em São Paulo tem dificultado o trabalho dos corretores. “Os condomínios ficam receosos em liberar o acesso aos imóveis. Assim, acredito que a melhor alternativa é um trabalho em conjunto, com corretores oferecendo suas credenciais, proprietários cadastrando os profissionais autorizados a ingressar na unidade e porteiros exigindo a documentação do corretor para autorizar esse acesso. Se houver essa ação conjunta, acredito que os problemas serão minimizados, assim como os riscos de assaltos”, aponta.

Viana explica que o CRECI São Paulo instituiu um cartão de regularidade profissional aos corretores, justamente visando colaborar com a segurança dos prédios. “Esse documento, renovável a cada ano, deve ser exigido pelo porteiro ou zelador. Nele constam a foto do profissional e todos os seus dados.” Viana aconselha que o porteiro anote no livro de visitas o nome do corretor, a data, a hora e a identificação de todos os seus acompanhantes, mencionando o fato de que estão em visita a um imóvel disponível à venda ou locação. “Muito cuidado quando algumas dessas pessoas retornarem ao imóvel sozinhas ou acompanhadas de terceiros, com o subterfúgio de apresentarem a propriedade a familiares ou amigos. Podem ser assaltantes ou olheiros de marginais que buscam o acesso facilitado aos condomínios”, orienta.

O consultor Luís Renato Davini complementa que um funcionário do condomínio deve sempre acompanhar os visitantes e que todos devem sair juntos do empreendimento. “A ordem é: entrou junto, saiu junto. E lembro que os melhores sistemas de segurança são os mais simples. Por exemplo, o uso de crachás pelos visitantes é um excelente recurso operacional. Na saída, o porteiro facilmente perceberá se um dos visitantes ainda está no prédio e poderá dar o alerta.”

POLICIAIS E EX-CÔNJUGES
A presença de policiais no acesso ao condomínio também costuma causar dúvidas. Conforme o consultor José Elias de Godoy, o condomínio é uma área privativa. “Portanto, os policiais somente terão acesso livre quando houver situações de flagrância, catástrofes, emergencial, com mandado judicial ou quando acionado por algum morador ou mesmo funcionário, conforme o caso”, diz. A advogada Evelyn Gasparetto completa que policiais civis e militares somente podem entrar com mandado ou em casos de emergência. Ela reforça que se um morador solicitou presença policial em seu apartamento, deve comunicar o fato à portaria. “Informando a atitude tomada, todos trabalharão em benefício do condomínio.”

Comunicação é fundamental especialmente em casos de separação de casais. “Só entra sem autorização quem mora no edifício. Caso haja a separação, o ex-cônjuge terá que ser anunciado. Se há permissão de acesso irrestrito, o morador deve autorizar esta situação, mesmo porque pode haver mudança no quadro de funcionários e o porteiro não ter conhecimento da situação do casal”, diz a advogada. Luís Renato Davini afirma que o morador deve comunicar por escrito à portaria que o ex-cônjuge não está autorizado a entrar no condomínio. “O condomínio pode inclusive ser responsabilizado se permitir a entrada e houver alguma violência contra o morador”, conclui Davini.

Por Luiza Oliva 

Administradoras próprias

Administradoras próprias - sem espaço para aventuras

Atenção, abrir em uma nova janela.
Condomínios que optam pela gestão própria de contas a pagar, folha de pagamentos, encargos, inspeções anuais obrigatórias, entre muitos outros, demandam profissionalização e participação maior dos moradores.

A profissionalização na gestão dos condomínios, especialmente naqueles em que os síndicos dedicam tempo integral à atividade ou contam ainda com o suporte de gerentes prediais, auxiliares administrativos e um conselho participativo, facilita a opção pelo modelo da autogestão. Neste, da emissão dos boletos da taxa condominial à folha de pagamentos, tudo pode ser administrado internamente, em escritório próprio. “É uma opção interessante para grandes empreendimentos, mas se torna fundamental criar uma estrutura interna, pois os condomínios não podem entrar em uma aventura de autogestão”, observa a contadora e administradora Cristina Muccio, consultora na área e coautora da obra “Administrando Condomínios”, feito em parceria com a advogada Evelyn Gasparetto.

A alternativa se justifica, conforme pondera Cristina, “se for bem feita e por pessoal qualificado, com corpo diretivo atuante, pois o condomínio tem que ficar atento à prestação de contas, ao balancete mensal, ver se não tem atraso no pagamento aos fornecedores”. Segundo ela, executar a folha de pagamentos, por exemplo, é tarefa complexa, “é preciso checar se os itens da Convenção Coletiva estão sendo cumpridos”. Há ainda o risco de se perder prazos junto ao Fisco e negligenciar a legislação trabalhista. Por outro lado, reconhece Cristina, o modelo traz como vantagem a possibilidade de acesso rápido e facilitado à documentação, além de controle maior dos gastos.

Para o síndico Miguel Lavieri Neto, que herdou a autogestão e desde 2002 está à frente do Edifício Terrazza Novos Rumos, o modelo permite “melhor gestão das despesas”, já que é possível “ver onde se gasta demasiadamente”. Empresário aposentado, Miguel diz que conta com uma equipe bem estruturada para administrar a imensa gama de demandas de um condomínio com o porte do seu, que apresenta duas torres e quatro blocos, com 112 apartamentos de alto padrão. Localizado na Vila Clementino, zona Sul de São Paulo, em região de intensa valorização imobiliária, o Terrazza Novos Rumos impõe ainda o desafio de que se mantenham os edifícios sempre cuidados e atualizados. Isento do pagamento da taxa condominial, assim como o subsíndico, Miguel afirma que tem o auxílio de um conselho consultivo bastante atuante, que se reúne a cada dois meses, em encontros abertos aos demais condôminos, em uma gestão que ele caracteriza como “participativa”.

Sua equipe de apoio é dada por 20 funcionários diretos, entre eles, doze porteiros, cinco auxiliares de limpeza, dois profissionais para a manutenção, além do próprio auxiliar administrativo. Mas a administração da folha é repassada a um escritório de contabilidade. O cargo de zelador acabou extinto na implantação da autogestão, relata Miguel, lembrando que na época, por volta de 1998, os condôminos optaram por essa via diante de problemas anteriores com má gestão e desvio de verbas. Segundo ele, a principal dificuldade que a administração própria traz está, justamente, na insegurança gerada nas trocas dos síndicos. Por enquanto ele tem sido eleito, sucessivamente e a cada ano, para continuar no cargo, “mas precisa haver um rodízio e aí surge a dúvida se não seria melhor contratar uma administradora”, diz.

SOLUÇÃO DE CONTINUIDADE
Faz 18 anos que Rejane de Albuquerque atua como síndica e administradora do Condomínio Edifício Ana Carolina, localizado em Santana, zona Norte de São Paulo. Recebendo cinco salários mínimos e meio por um expediente que tem hora para começar, mas não para encerrar os trabalhos, ela defende o modelo da autogestão. Admite, entretanto, que é preciso muita disponibilidade.

Segundo ela, a autogestão foi aprovada em assembleia e está prevista na Convenção, solução tomada depois que o condomínio chegou a uma situação de quase insolvência, com dívidas junto à própria administradora. O condomínio se deu conta da precariedade financeira quando morreu o zelador e não havia verbas para o enterro nem para os acertos trabalhistas com os familiares, lembra Rejane. “Era conselheira na época, começamos a pedir a apresentação da documentação e a discutir a possibilidade da autogestão.” A decisão foi tomada em assembleia com grande participação dos moradores, que definiram pela extinção do cargo de zelador, pelo acúmulo das funções de gestor e síndico e por sua remuneração, sem que lhe coubesse, entretanto, a isenção do pagamento da taxa condominial.

No cargo desde então, Rejane lembra que herdou um quadro de elevada inadimplência, além de obras por fazer. “Metade do prédio devia”, conta Rejane, que hoje tem apenas um inadimplente e conseguiu dar uma repaginada no edifício de 128 apartamentos de um dormitório. Sua primeira medida foi substituir os prestadores de serviços, começando pelo de elevadores, seguida da renovação do quadro de funcionários. A inadimplência foi tratada individualmente com cada devedor e, em relação às obras, providenciaram-se equipamentos de segurança patrimonial e de prevenção contra incêndio. Houve, finalmente, a reforma da guarita e do salão de festas e a implantação da copa dos funcionários e da sala de ginástica.

De acordo com a síndica, o principal desafio da gestão própria foi vencer desconfianças e comprovar o profissionalismo. Rejane conta com um auxiliar administrativo e com o apoio externo de consultoria jurídica e contábil (esta realiza o processamento da folha de pagamentos e uma auditoria mensal sobre as contas). Sua equipe de colaboradores se completa com quatro porteiros, quatro garagistas, dois faxineiros, um serviços gerais e um folguista.

Já o síndico Arnaldo Ferri, colega de Rejane no Conselho de Síndicos do Secovi, conta com uma estrutura bem mais enxuta para a autogestão do edifício Sol Nascente, prédio de 16 andares e 80 apartamentos do bairro da Liberdade, em São Paulo. Em seu terceiro mandato, ex-diretor da área financeira de uma empresa e remunerado pelo condomínio desde a segunda gestão, Arnaldo administra o dia a dia, as contas e os balancetes com o apoio do zelador e de um escritório de contabilidade. O serviço de portaria e limpeza é terceirizado. Segundo ele, a autogestão funciona apenas se o síndico tiver formação ou experiência na área administrativa e financeira. “O despreparo é a grande dificuldade que a autogestão pode enfrentar”, avalia Arnaldo.

SISTEMA HÍBRIDO
Outra opção que está virando tendência em São Paulo é o sistema híbrido, em que grandes condomínios, mesmo que contem com o apoio de administradoras, montam quadro administrativo próprio para auxiliar na gestão dos espaços, equipamentos e compras. É o caso do Condomínio Ilhas Gregas, verdadeiro oásis verde do Jardim Paulistano, em São Paulo, com três mil metros quadrados de jardins, seis torres e 210 apartamentos de altíssimo padrão. O síndico e engenheiro Luiz Carlos França dedica boa parte de seu tempo à gestão condominial, contando com o suporte de um gerente predial, duas assistentes e seis funcionários de manutenção, além do quadro de portaria e limpeza, totalizando 46 funcionários diretos. “Essa estrutura toda não sai barato, mas compensa, pois é muito bom para o condomínio poder contar com soluções rápidas para as coisas”, observa Luiz França. Segundo ele, “não é possível gerenciar empreendimentos grandes somente à distância”.

Também o síndico Waldir Berger, do Condomínio Living Club Refuge, optou por montar um escritório interno, como complemento ao trabalho da administradora. Executivo aposentado e administrador de empresas, Waldir disponibiliza bastante tempo aos edifícios da Vila Leopoldina, na Zona Oeste da cidade, com o apoio de uma secretária. Ele diz que o maior benefício tem sido a possibilidade de realizar mais cotações entre os fornecedores de produtos e serviços, o que gera economia de 5% sobre o custo mensal do condomínio.

Para o advogado Cristiano de Souza Oliveira, esses modelos alternativos podem funcionar bem, desde que se busquem “profissionais habilitados para auxiliar, além do aperfeiçoamento constante”. No caso especial da autogestão, é preciso “assegurar que os atos praticados pelo síndico (que já é o administrador perante a lei) sejam corretos, devendo o condomínio se cercar de bons profissionais, pois autogestão não é sinônimo de ‘mais barato’, mas sim de controle”.
Por Rosali Figueiredo

CONDOMÍNIOS

Fim de ano impõe medidas aos condomínios
25 de outubro de 2011 | 13h41
claudiomarques

O descuido dos condomínios pode transformar em problema um período que deveria ser de festas. A proximidade do fim de ano e das férias escolares impõe a eles uma rotina toda especial.
Medidas simples, como montar uma decoração de natal, tem custos e devem ser esperadas. “Se não houve previsão no decorrer do ano, o condomínio terá que arrecadar”, diz Hubert Gebara, diretor do Grupo Hubert.
Ele ressalta a importância de o prédio estar preparado para o aumento de gastos com o pagamento do 13º salário aos funcionários. O reajuste da categoria, impactando na folha de pagamento a partir de novembro, também deve ser previsto.
Gebara ainda indica a realização de ações de manutenção capazes de dar conta do aumento do volume de chuvas no período: “É preciso estar com os para-raios em ordem, as calhas desentupidas e os telhados limpos”.
O cuidado com a documentação para a prestação de contas é a orientação da gerente de marketing da Lello, Angélica Arbex.
“O condomínio é responsável tributário pelo serviço contratado. Isso se consolida no fim do ano para fazer as declarações.” No primeiro trimestre, os conjuntos devem realizar, por exemplo, a entrega da Declaração de Imposto de Renda Retido na Fonte (Dirf) e da Relação Anual de Informações Sociais (Rais), que faz o controle dos registros do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). A dica é especialmente útil a empreendimentos que realizam autogestão.
Angélica orienta que o condomínio antecipe o envio das cotas mensais de pagamento para evitar a inadimplência no período de férias, quando o número de moradores se reduz.
Antes de pegar a estrada, é importante que morador atualize seu cadastro na portaria – procedimento que deve ser repetido caso ele receba encomendas de grande porte. “Chega muita gente ao condomínio nessa época”, diz a gerente de atendimento da Itambé, Vânia Dal Maso, para quem a segurança é um dos principais problemas da época.
Segundo ela, condomínios no litoral devem se preocupar também com o aumento dos custos pelo maior consumo de água e luz e pela contratação extra de pessoal.
GUSTAVO COLTRI

PLANEJAMENTO DE SEGURANÇA - LIGUE GRANS

RFID - SISTEMA DE IDENTIFICAÇÃO

SISTEMA DE IDENTIFICAÇÃO EM CONDOMÍNIOS - SOLUÇÃO COM RFID  

A REDAÇÃO

TV Graber - Segurança em Condomínios

HOMEM É PRESO EM SHOPPING DE CAMPINAS

Em SP, homem tenta usar documento falso e é preso

Um homem foi preso em flagrante, ontem, dentro de um shopping center em Campinas, no interior de São Paulo, no momento em que tentava pagar compras usando documentos falsos. Com o homem foram apreendidos 12 cartões de crédito, um cartão de supermercado e um documento de identidade (RG), todos em nomes de terceiros, mas com suas fotos.
S.D.S., de 37 anos, entrou em uma loja do shopping e comprou uma câmera fotográfica com cartão de memória e bolsa, totalizando R$ 4.797,90. Foi ao caixa e deu um cartão de crédito, junto com sua carteira de habilitação, para efetuar o pagamento. O caixa até emitiu cupom fiscal, mas acabou desconfiando dos documentos e chamou o gerente.
Quando percebeu que os funcionários observavam atentamente os documentos apresentados por ele, saiu da loja e não voltou. O gerente ligou para a segurança, que o deteve em um corredor. No SpaceFox deixado no estacionamento do shopping, os policiais apreenderam um videogame e um GPS, ambos embalados nas caixas, mas sem nenhuma nota fiscal.

sábado, 12 de novembro de 2011

RESPOSTA DO SHOPPING RECIFE

Segurança do Shopping Recife é acusado de agredir criança por vender doces



Uma enorme confusão tomou conta do Shopping Recife ontem, após um segurança supostamente ter agredido uma criança. O motivo alegado é por esta tentar vender doce dentro do estabelecimento.
Segundo a Polícia Militar, o menino apresentava escoriações, após o segurança ter agido com violência.
O Shopping Recife disse que olharia as imagens no circuito interno, e aí daria alguma informação. Vamos ver a nota oficial que sairá hoje. Dirá um pouco do preparo da empresa para lidar com situações como essa.
Na verdade ir ao Shopping no dia de domingo é um verdadeiro inferno. Em uma cidade decadente como Recife, passear no Shopping virou programa de fim de semana de 99% da população, quando não tem um jogo de futebol acontecendo. Obviamente não cabe todo mundo dentro do mesmo ambiente.
Arrastões e brigas de gangues, por motivos obvios nunca relatados pelo principal jornal da cidade, são comuns.
Como dizia o grande Mario Júnior, da Seleção do Rádio: TÔ FORA!
Lembrando apenas que estamos na semana do Dia das Crianças. Imaginem quando chegar o Papai Noel.

Shopping Recife responde ao blog
O Shopping Center Recife encaminhou uma nota de resposta ao blog e também a um comentário de um leitor.
Resposta Oficial
Sobre o caso ocorrido na tarde do último domingo (9), envolvendo um segurança do Shopping Recife, o centro de compras esclarece:
Ao contrário do que foi divulgado, os três menores, desacompanhados dos responsáveis, não estavam vendendo doces no interior do Shopping Recife. Os menores estavam pedindo esmola e incomodando consumidores em uma das praças de alimentação, quando, a pedido de alguns clientes, foram abordados por um profissional da equipe de segurança do Shopping Recife. O fato acabou gerando um tumulto.

NETWORK SECURITY GRANS NASCIMENTO NO INPAME

SECURITY COACHING - GRANS NASCIMENTO

ASSALTO A SALÃO DE MEGA HAIR

Homens assaltam salão e levam cerca de 10kg de cabelo em Salvador

Suspeito fugiu com comparsa; 1ª Delegacia do Politeama investiga caso.
Atendente do shopping diz que câmeras não registraram ação.

Do G1 BA
 
Um salão especializado em mega hair e venda de cabelo foi assaltado na tarde desta sexta-feira (14),  no bairro do Politeama, em Salvador. De acordo com uma testemunha, um homem armado invadiu o salão que fica no Shopping Orixás Center e rendeu duas funcionárias que trabalhavam no local.
Outra funcionária e uma cliente, que entravam no salão no momento da abordagem também foram rendidas. Dez quilos de cabelo foram levados pelo suspeito, que era aguardado do lado de fora do shopping por um comparsa em uma moto.
De acordo com a atendente da administração do shopping, há câmeras de segurança no local, mas elas não capturaram a ação dos assaltantes. A 1ª Delegacia do Politeama investiga o caso.

Reabertura do Shopping Center Norte - 07/10/2011

Ricardo Visco, diretor da Aliansce - Seminário de Segurança

Bandidos assaltam empresa de segurança em SP

Folha.com - Cotidiano - Shopping usa arma elétrica para reforçar a segur...

Arnaldo Hossepian, secretário adjunto de segurança pública de SP - Semin...

Hank Siemers, diretor de segurança da Tiffany & CO. - Seminário de Segur...

Não há risco de explosão do Cingapura

São Paulo

Justiça manda suspender interdição do Cingapura 

Decisão foi tomada após audiência pública; segundo juiz, relatório da Cetesb mostra que não há risco de explosão

Marina Pinhoni
Moradores durante protesto em frente ao Cingapura, na segunda-feira Moradores durante protesto em frente ao Cingapura, na segunda-feira (André Vargas )
O juiz Valentino Aparecido de Andrade, da 10ª Vara da Fazenda Pública de São Paulo, decidiu suspender a ordem de interdição e remoção dos moradores do conjunto habitacional Cingapura Zaki Narchi, localizado na zona norte da capital paulista. A decisão foi tomada nesta terça-feira, após a realização de audiência pública.
Participaram da audiência o procurador-geral do município Celso Coccaro, a secretária adjunta de Habitação Elisabete França, o diretor da Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental (Cetesb) Geraldo Amaral filho, o advogado da Associação de Moradores do Cingapura Ricardo da Cunha e a promotora Cláudia Cecília Fideli, responsável pela ação civil que pedia a retirada imediata dos moradores do conjunto habitacional por conta do risco de explosão. 
Segundo a decisão, o relatório atual apresentado pela Cetesb não indica mais a presença do gás metano em qualquer área confinada do conjunto habitacional, situação que antes havia sido constatada e que gerou a classificação de “risco de explosão potencial expressivo” pelo órgão, em agosto. Em função disso, durante a audiência, o Ministério Público também resolveu retirar seu pedido inicial de interdição.
Exigências - O juiz enfatiza, porém, que estão mantidas as outras exigências impostas para a diminuição dos riscos. São elas: a construção de drenos, que permitirão a dissipação com segurança do gás metano e o monitoramento diário e constante da concentração do gás no local. A prefeitura informou que já começou a instalação dos vinte drenos, que têm o prazo de vinte dias para ficarem prontos.
Segundo o procurador Celso Coccaro, a Cetesb deixou claro durante a audiência que a contaminação pelo gás metano do Cingapura é diferente da do shopping Center Norte em relação ao risco, pois foi detectada apenas no subsolo e não em áreas confinadas. Coccaro disse ainda que a prefeitura “já tem tomado todas as medidas destinadas a minorar os efeitos e atender o interesse social, que é manter as pessoas no local”.
Antes de ter conhecimento da decisão, a prefeitura já havia informado, através de assessoria, que possui um plano emergencial caso a retirada das famílias seja necessária. O plano prevê a instalação temporária em 700 leitos de hotéis e motéis da região.