quinta-feira, 30 de agosto de 2012

DIA DA PREVENÇÃO DE ACIDENTES COM CRIANÇAS


SECURITY DAY WORKSHOP - NETWORK DE SEGURANÇA 2012


sexta-feira, 17 de agosto de 2012

NOSSA HOMENAGEM A ABORE 2012


PROGRAMAÇÃO DE CURSOS DO SESVESP 2012


COACHING E MENTORING DE CARREIRA PROFISSIONAL


IMERSÃO EM SEGURANÇA PATRIMONIAL PELO SKYPE


PROTEÇÃO DE PESSOAS COM RISCO E GERENCIAMENTO DE CRISE


WORKSHOP : SUA EMPRESA VENDENDO PELA INTERNET 2012


SOLDADO BRASILEIRO SEMPRE EM AÇÃO - DIA DO SOLDADO 25 DE AGOSTO


CORSECURITY CONFERENCE - SEGURANÇA CORPORATIVA


terça-feira, 14 de agosto de 2012

IMOBILIDADE URBANA


ESTATUTO DA SEGURANÇA PRIVADA


O Estatuto da Segurança Privada

30 de julho de 2012 | 3h 07

O Estado de S.Paulo
A combinação da inépcia policial com o aumento da violência converteu as atividades de segurança e vigilância privadas no Brasil numa das mais rentáveis do setor de serviços, movimentando R$ 32 bilhões por ano. Esse montante não inclui o segmento de segurança eletrônica, que fornece câmeras, alarmes e controles de acesso, tendo movimentado sozinho R$ 3,6 bilhões em 2011.
Tendo os bancos, shopping centers, lojas de departamento, empresas de transporte de valores e eventos esportivos como os principais clientes, a área de segurança privada cresceu tanto, na última década, que hoje há mais vigilantes privados do que agentes policiais em todo o País. Pelas estatísticas oficiais, as 2 mil empresas de vigilância cadastradas no Ministério da Justiça empregam 600 mil profissionais, enquanto a Polícia Federal (PF) e as polícias estaduais têm um contingente de 500 mil agentes. Para funcionar, as empresas precisam de um alvará concedido pela Polícia Federal, que é renovado anualmente. Os vigilantes não podem ter antecedentes criminais, são formados em cursos autorizados pela PF, precisam passar por uma reciclagem a cada dois anos e não detêm o porte das armas, que pertencem às empresas.
Todavia, como existem centenas de empresas de pequeno e de médio portes não cadastradas, que são mantidas de forma irregular por delegados de polícia e por oficiais da Polícia Militar, o número de pessoas armadas atuando informalmente como vigilantes privados, sem treinamento e controle, pode chegar a 2 milhões, segundo as estimativas dos técnicos da Secretaria Nacional de Segurança Pública e da Secretaria de Assuntos Legislativos, vinculadas ao Ministério da Justiça. "É um exército clandestino de pessoas armadas. Em alguns lugares, chega ao extremo de virar milícias", diz o presidente da Confederação Nacional dos Vigilantes, José Boaventura Santos.
Como os jogos da Copa do Mundo e da Olimpíada vão exigir enorme aparato de segurança pública e privada, o governo passou a se preocupar com os problemas causados pela explosão do número de empresas clandestinas de vigilância e anunciará, nas próximas semanas, a minuta de uma nova legislação para o setor. A legislação vigente foi editada em 1983 e é considerada defasada pelo Ministério da Justiça. O projeto do Estatuto da Segurança Privada está sob responsabilidade do secretário de Assuntos Legislativos, Marivaldo Pereira, que já ouviu entidades empresariais, autoridades da área de segurança pública e especialistas em direito penal e já encaminhou as linhas gerais de sua proposta para o Ministério da Justiça e para a Casa Civil.
Pelas diretrizes já definidas, o governo pretende fixar parâmetros para as empresas de sistemas eletrônicos de segurança, que atuam como verdadeiras centrais de inteligência, detendo informações confidenciais de seus clientes, e não estão sujeitas a nenhum tipo de fiscalização. Existem 18 mil empresas atuando nesse segmento, segundo estimativas do Ministério da Justiça. Outra medida prevista é a responsabilização criminal de quem oferecer e explorar serviços de vigilância e segurança de forma clandestina - a legislação em vigor pune o vigilante, mas não o empregador.
Além de modernizar o currículo dos cursos para vigilantes privados autorizados pela Polícia Federal, o anteprojeto aumenta o capital mínimo para a constituição de empresas de segurança e vigilância, que hoje é de R$ 100 mil. "Atualmente, qualquer um pode montar uma empresa de segurança. Com a elevação de capital, haveria um fundo para ser usado em caso de necessidade, aumentando as garantias trabalhistas", afirma o presidente da Associação Brasileira das Empresas de Vigilância, José Jacobson. A entidade apoia essa proposta, que favorece as grandes empresas do setor, e defende a criação de um Sistema Nacional de Segurança Privada, com a participação do poder público e de entidades empresariais.
A elaboração do Estatuto da Segurança Privada é uma iniciativa importante do governo. Mas, como envolve interesses conflitantes, seu alcance e sua consistência técnica só poderão ser efetivamente avaliados quando a Secretaria de Assuntos Legislativos divulgar o projeto na íntegra.

terça-feira, 7 de agosto de 2012

REVISTA INFRA - GESTÃO DE RISCO E CONTINUIDADE DE NEGÓCIOS

Gestão de risco e continuidade dos negócios3º GRC International + 2º DRIDAY América Latina reúnem cerca de 350 executivos em São PauloEm Julho último foi realizado em São Paulo o 3º GRC International, com o objetivo de contribuir para o crescimento do mercado e das organizações nacionais, buscando novos desafios e negócios para o setor. A organização do evento, a DARYUS Consultoria, em parceria com o EXIN, ISACA e DRI, também realizaram, paralelamente, o 2º DRIDAY América Latina, reunindo importantes executivos do setor da região.

A palestra de Victor Oliveira, da NOVARTIS, discutiu a questão da produtividade, relacionada a fatores como simplificação, compliance e ambiente de trabalho, destacando a necessidade do desenvolvimento de políticas dentro da empresa, para que a equipe entenda-as e se sinta motivada, além de realizar um monitoramento eficaz do trabalho. Oliveira também abordou os três “Ps” – Processos, Performance e Pessoas – fundamentais para que o negócio se sustente e seja rentável no mercado, devendo ser aplicados à cultura das corporações.

Em relação à Gestão de Risco x Continuidade de Negócios, Jeferson D’Addario, sócio-diretor da DARYUS Consultoria, explorou tendências e novas normas de orientação (ISO 31000, ISO 22301 X BS25999). Para o especialista, as normas da ISO precisam integrar visões e gestões de riscos que já deveriam estar mapeadas. Saber o que é gestão também é fundamental, para que se possa ir direto à solução; assim, um planejamento deve ser feito para se discutir o problema, já que, em média, 95% das empresas erram ao executar ações sem um planejamento estratégico, seja ele para um novo modelo organizacional, ou para o ajuste de processos.

A ARTE DO PENSAMENTO ESTRATÉGICO, PENSE NISTO !

COMPROMISSO E ATITUDE - A LEI É MAIS FORTE

DELEGACIA DA MULHER E O ENFRENTAMENTO DA VIOLÊNCIA

LEI MARIA DA PENHA - 07 DE AGOSTO